Mas afinal, o que faz a SpaceX e o que estarão verdadeiramente a comprar os investidores?
terça-feira, 16 de junho de 2026
SpaceX: uma das maiores oportunidades da década ou uma avaliação excessivamente optimista?
quinta-feira, 4 de junho de 2026
O Paradoxo da Inteligência Artificial: Quanto Mais Digital o Mundo se Torna, Mais Depende é dos Recursos Físicos
Em outubro de 2025, dei início a análise de um investimento para a aquisição de um novo servidor para a minha empresa, sendo que o orçamento total, já com IVA, andava na ordem dos 25.000 euros. Esse investimento apenas seria concretizado no final do primeiro trimestre de 2026 e, assim, voltei a contactar o meu fornecedor, contando que o ajuste ao investimento seria residual. Mas não! Deparei-me com um novo orçamento, exactamente para o mesmo equipamento, na ordem dos 50 000 euros!
quarta-feira, 27 de maio de 2026
Segurança Social, Reforma e Planeamento Financeiro
A maioria das pessoas acredita que os descontos para a Segurança Social serão suficientes para garantir uma reforma confortável no futuro. No entanto, a realidade económica e demográfica levanta cada vez mais dúvidas sobre a sustentabilidade do sistema e sobre o verdadeiro valor que cada trabalhador poderá receber quando terminar a sua vida ativa.
Em Portugal, o sistema da Segurança Social funciona numa lógica de repartição “pay
as you go…”, ou seja, os trabalhadores atuais financiam diretamente as
reformas dos pensionistas atuais. Isto significa que o dinheiro descontado
todos os meses não fica guardado numa conta individual do trabalhador,
dependendo antes da capacidade futura do país em manter trabalhadores
suficientes para suportar o pagamento das pensões.
O problema é que Portugal enfrenta atualmente vários desafios estruturais:
envelhecimento da população, baixa natalidade, aumento da esperança média de
vida e diminuição do número de trabalhadores ativos por pensionista. Como
consequência, muitos especialistas acreditam que as futuras reformas tenderão a
representar uma percentagem cada vez menor do último salário recebido. Sendo,
aliás, precisamente isso que tem vindo a acontecer.
segunda-feira, 11 de maio de 2026
Europa vs Estados Unidos
A Divergência Económica Está a Aumentar
Durante grande parte do século XX, a Europa e os Estados Unidos foram vistos como os dois grandes pilares económicos do mundo ocidental. Apesar das diferenças políticas e sociais, existia a perceção de que ambos os blocos manteriam níveis relativamente próximos de prosperidade, produtividade e crescimento económico.
No entanto, os últimos 15 anos mostram uma realidade muito diferente. Os Estados Unidos conseguiram acelerar fortemente a sua economia, enquanto a Europa entrou numa trajetória de crescimento lento, menor competitividade e perda gradual de dinamismo económico.
domingo, 3 de maio de 2026
Inflação: E quase ninguém está a agir como se isso fosse verdade
Já entrámos há algum tempo numa nova era de inflação — E quase ninguém está a agir como se isso fosse verdade
A maioria das pessoas e empresas continua a olhar para a inflação como um fenómeno temporário, como um acontecimento normal de subida e descida de preços mas sempre com uma expectativa (ou esperança…) de estabilização no curto/médio prazo. Mas essa leitura está desactualizada. O que estamos a viver actualmente não é um ciclo inflacionista clássico. É o resultado de várias forças profundas que estão a alterar o funcionamento da economia global e que dificilmente irão desaparecer no curto prazo.
quinta-feira, 23 de abril de 2026
O fim do dinheiro não é técnico — é político
O desaparecimento do dinheiro fiduciário não está a ser anunciado - Está a ser preparado de forma silenciosa, progressiva e tecnicamente justificada…
A União Europeia tem vindo a redesenhar a forma como o dinheiro circula na economia, substituindo o numerário por soluções digitais que, embora mais eficientes, carregam consigo uma consequência profunda: a erosão da liberdade individual de cada pessoa.
Durante décadas, o dinheiro físico foi o último reduto de autonomia financeira do cidadão. Ao contrário de qualquer outro meio de pagamento, permitia transacionar sem intermediários, sem registo e sem autorização. Era, na sua essência, um instrumento de liberdade. Hoje, essa característica passou a ser vista como um problema. O anonimato, que antes era um direito implícito, é agora tratado como uma vulnerabilidade do sistema — algo a eliminar em nome da transparência, da segurança e do combate à fraude. Pelo Bem de todos (dizem eles!...)






