O desaparecimento do dinheiro fiduciário não está a ser anunciado - Está a ser preparado de forma silenciosa, progressiva e tecnicamente justificada…
A União Europeia tem vindo a redesenhar a forma como o dinheiro circula na economia, substituindo o numerário por soluções digitais que, embora mais eficientes, carregam consigo uma consequência profunda: a erosão da liberdade individual de cada pessoa.
Durante décadas, o dinheiro físico foi o último reduto de autonomia financeira do cidadão. Ao contrário de qualquer outro meio de pagamento, permitia transacionar sem intermediários, sem registo e sem autorização. Era, na sua essência, um instrumento de liberdade. Hoje, essa característica passou a ser vista como um problema. O anonimato, que antes era um direito implícito, é agora tratado como uma vulnerabilidade do sistema — algo a eliminar em nome da transparência, da segurança e do combate à fraude. Pelo Bem de todos (dizem eles!...)



